Profundamente Sua

"Mesmo se você quisesse ficar com ele, isso não seria suficiente pra eu abri mão de você, eu te quero de mais. 
Quero você comigo, na minha vida, na minha cama. 
Se não puder ter isso nada importa. Aceito o que você quiser me dar não sou orgulho."

Pág.139

Apenas um beijo.

“Já faz algum tempo que não o vejo. Ele nunca mais apareceu – não que eu faça muita questão disso-, quase da pra tocar a ansiedade que fica no ar toda vez que meu celular toca, a ultima vez que nos vimos ele não havia me dado esperanças, mas não esperava que ele nunca mais fosse aparecer, hoje somos como estranhos, talvez fossemos isso dês do início e eu me deixei envolver e não fui capaz de enxergar o que era gritado para mim.”



Após um fim de tarde tumultuado, em meio à multidão caminhamos pelas ruas em seus gritos cada um pedia pela sua causa individual, aquela tarde não tinha saído como eu tinha combinado estava chovendo e fazia um frio no qual eu não estava muito habituada, mas o céu não estava todo encoberto o que me proporcionava uma visão do que eu mas gostava que era ver a o breu inebrie da noite , alguma coisa nos distanciava talvez eu tenha intimidado ele como meu jeito despachado de certa forma eu tinha ultrapassado o limite que ele havia pré determinado entre nós, mesmo sem eu ter sido avisada desse tal limite.

Embora o embaraço da noite, tudo que eu queria era ir embora dali,  distancia que ele tinha criado entre agente era desnecessária porque eu não iria morde ele se era isso que ele pensava, eu respeitava a opinião dele de ter acabo de sair de um relacionamento conturbado e não queria se envolver com ninguém, mais eu tinha uma necessidade dele e nunca tinha pedido ele em casamento não entendo porque ele tinha tanto medo de se aproximar de mim.

Quando estávamos perto o meu mundo ganhava outro tom o meu mundo de cinza parecia um arco-íris mais eu já tinha passado por tantas coisas e não queria me arriscar de novo, queria fugir dali pra bem longe dele; mesmo com a sensação maravilhosa que ele não sabia que me proporcionava eu só não aceitava ser rejeitada.

Depois de longas horas esperando um coletivo para ir embora, ele havia me emprestado seu casaco, pois ele estava seco, tomamos o coletivo e nos sentamos nos degraus, pois não havia mais lugar para se sentar, eu ao ficar de pé em sua frente observando ele ali de uma forma quase que vulnerável me perguntava por que tal pessoa me da uma sensação de segurança - o que ele sabia de mim da minha historia? Que era ele? -  Sua cabeça batia no corrimão pois ele estava muito cansado e cochilava com o balanço do ônibus e com um simples gesto me pus a apoiar a cabeça dele, depois de um tempo me sentei e pus minha cabeça em seu colo, sentia sua mão em meus cabelos mais sabia que era apena uma retribuição dos mesmos movimentos que eu havia feito na ultima vez que tomamos o coletivo juntos, para mim soava quase como pena, mais eu gostava de ter a sensação do seu toque tímido.


Passamos quase que meia-hora dentro do coletivo, ao soltar ainda chovia passamos a tarde toda na chuva, quando ele finalmente revelou que tinha um guarda-chuva , nos aproximamos em baixo da pequena sombrinha e demos as mãos, era tão infantil a sensação de estar com ele, consigo ser eu mesma espontânea consigo sorrir sem ter medo de parecer vulnerável.

Andamos por um trajeto ate a minha casa, ele já ia embora quando lembrei que teríamos que trocar de casaco, eu olhava para ele suplicando para que ele me notasse, acho que relutantemente mais acredito que no fundo ele também queria.

Entre troca de beijos de despedida nós nos beijamos meio que acidentalmente por querer, eu o queria tanto que fui pega meio que desprevenida, quando nosso lábios se encostaram eu sentir o que não sentia a muito tempo o fervor do fogo da paixão se acendeu em mim de uma forma que eu não consegui me controlar passando a mãos em seus cabelos sabia que só quem queria era eu, mais fiquei grata pois ele  tinha me dado a chance de desfrutar dos meus sentimentos pelo menos uma vez.

Um beijo foi só isso... Nunca mais eu o vi, mais nunca vou esquecer aquela sensação, pois depois de muito eu não me sentia tão livre, sentir quem dentro do meu coração gelado ainda existe um pouco de humanidade..



Eu nunca vou esquecer. Obrigado!

Quando ele apareceu




Eu havia acabado de me mudar para uma idade totalmente diferente na qual eu estava habituada, era uma cidade coberta por nuvem e que fazia frio 90% dos dias, as pessoas eram estranhas e muito fechadas não gostavam de fazer amizade.

Demorei um tempo ate tomar coragem para sair de casa, me recusava a querer fazer parte daquele universo estranho no qual eu jamais me encaixaria já que eu havia vindo da cidade maravilhosa que era rodeada por pelas praias praticamente a cidade do sol.

Andei meio descoordenada pelas ruas ate um shopping, tinha alguma coisa muito estranha com aquela cidade, às pessoas não gostavam de falar com estranhos nem de da informação, de certa forma repeliam que não era dali eu meio que achava graça disso tudo.

Eu arrumei um emprego próximo a minha casa, foi quando as coisas começaram a ficar diferente. 

Eu tinha uma rotina comum sem muitas novidades, a única coisa diferente e que sempre preferir trabalhar a noite, não sei sempre tive e cultivei hábitos noturnos deve ser de família já que meu pai era DJ e minha mãe foi dançarina enquanto a mocidade lhe permitia isso.

Uma noite quando voltava para casa como de costume a van me deixou em frente ao meu conjunto de casa, quando pela primeira vez eu ouvi aquela voz me chamando: 

- Laura. Em alto e bom som, não sei de certa forma me pareceu familiar então procurei a minha volta em busca de um rosto conhecido quando me deparei com a rua vazia, como em um acesso de pânico me pus a corre para dentro de casa.

Foi a partir desse dia nunca mais dormi direito, tinha minhas noites veladas por pesadelos, apelei para todas as soluções, remédios, orações, ate uma teia do sonho eu comprei.

Durante um tempo as coisas pareciam ter sessado, quando durante uma noite ouvir alguém caminhado no quintal, os cachorros latiam desesperadamente de uma forma alarmante, assustada me escondi em baixo das cobertas e repetia como um mantra para que fosse embora o que esta a atormentar os cães e como se tivesse me ouvido, o silencio se fez presente.

Nas noites seguintes voltei a não conseguir dormi direito sempre tinha a sensação terrível de ter alguém me observando, durante uma noite pude jurar se sentir algo me tocando, mais não era possível, pois minhas portas e janelas estavam fechadas devia ser apenas uma manipulação do meu medo.

Voltando a minha rotina normal, durante um dia de trabalho ele apareceu.

Lindo e educado ou reconheci sua voz ao falar meu nome, tinha a sensação que o conhecia a meses, e não tive medo em estar diante dele, ficamos nos olhando como se admirássemos uma obra de arte, e ela apenas disse uma frase: 

- preciso que você me convide a entrar, assim poderá me ver.

De alguma forma  eu sabia do que se tratava, aquela noite pareceu não passar, quando foi a hora de ir embora eu não parava de pensar e como se eu tivesse sido hipnotizada.

Ao descer da van do trabalhado fui procurar pela minha chave dentro da mina mochila quando sentir uma brisa pesada e um sussurro do meu nome, a mistura de medo e curiosidade tomou conta de mim, eu só poderia estar maluca, e sem pensar eu disse 
"pode entrar” e ele se apareceu na minha frente lindo, a luxúria exalava junto com seu perfume inebriante.

"Prazer Jess, me chamo Juan, venho aqui quase todas as noites, gritando e implorando a sua atenção... mais você e suas crenças ridículas só me afastaram, por isso tive que ir atrás de você, não tenha medo eu procuro por você a mais de 145 anos."

Eu só poderia estar louca, o que era aquele homem... 145 anos? Que nojo ele parecia ter 26 30 no máximo, desorientada eu caminhei para dentro e ele me seguia como uma sombra.

Entramos no eu pequeno apartamento, ele tinha apenas e cômodos, ele parecia conhecer muito bem o ambiente se, pois sentado a beira da minha cama e observando tudo que eu fazia, ele tinha um ar juvenil mais muito sofisticado.

Depois de me troquei me sentir no chão a sua frente e questionei o que, porque e quando?
Ele riu e me pegou pela mão e me levantou, e disse.

 "tem certeza que não sabe todas as respostas? eu sempre estive aqui você só precisava me aceitar, me chamar ao invés de ficar pendido para eu ir embora. você me sentia, me esperava, eu sou o amor que você sempre quis aquele que te consome, e preenche esse vazio que você tem dentro do seu peito"



"então você e de mentira? minha imaginação eu estou ficando louca?"

Com um único impulso ele me, pois junto ao seu corpo, e segurando o meu queixo me beijou, de uma forma que parecia que ia me devorar mais fervilhava de amor tudo aqui, eu não entedia mais o queria como nunca quis ninguém.

Naquela noite ele foi embora sem se despedir deixando a impressão de que voltaria, eu não sabia ao certo o que ele era de onde vinha, tinha certeza que ele sabia mais de mim do que ele dele, e eu queria desvendar seus mistérios, o que ele era? Não importaria se ele voltasse.

Dês daquele dia eu durmo com a porta aberta esperando ele voltar, sei que ele não que ser visto talvez tenha se exposto mais do que poderia o sinto me observando mais para não assustar me mantenho imóvel, sei que ele pode sentir que sei que ele estar ali.



Não sei como e possível mais já o amo...

Sobre o Domínio da Submissa (2°parte)

Pra quem não leu aqui estar a primeira parte:








Sai do banheiro meio que desorientada perdida na sensação do beijo e como me explicaria na segunda, Marie já estava em cóleras me esperando na porta do bar quando me aproximei ela falava muitas coisas mais não conseguir discernir uma palavra pois não consegui me esquecer da intensidade de John me causava.

Quando cheguei em casa passei pela sala e logo me atirei na cama, assim de roupa mesmo só precisava descansar daquilo tudo.

Finalmente era sábado, quem me acordou naquele dia foi o sol que gritava e pulava pela janela direto para minha cama, eu pisquei algumas vezes ate que meu subconsciente entendesse que eu estava acordando.

Fui caminhando lentamente quase que me arrastando para o banheiro, tomei um susto com a imagem refletida no espelho, eu haviam dormido de maquiagem sendo assim estava parecendo um panda toda borrada e com os cabelos dos embolados, daquelas que faz qualquer criancinha chorar, quando olhei mais para baixo lembrei que havia dormido com a mesmo roupa que tinha chegado da rua, achei estanho que minha cabeça ainda não doía, devia ser porque eu ainda não tivesse acordado direito.

Fui para o chuveiro finalmente me libertando daquelas roupas batidas da noite, a água cai lentamente sobre o meu corpo, quando passei a mãos sobre as coxas pude sentir um sobressalto que tinha a forma de uma mão - passar mão sobre aquela marca, me lembrou da vergonha de ter beijado meu chefe e fez meu ventre latejar de desejo, perverso mais totalmente explicável diante daquele homem perfeito- não sei por que me sentia assim com ele.

Sair do chuveiro quase meia-hora depois, enrolada em uma toalha e com outra em meu cabeço fui procurar pro Marie, passei pelo correr despreocupada – nos morávamos em um apartamento simples porem bem equipado, tínhamos tudo que precisávamos não podíamos reclamar - quando cheguei à cozinha peguei uma xícara de café e duas aspirinas sabia que ia precisar, pois minha cabeça já começará a doer, foi quando me virei que entrei em estado de choque, ali lindo perfeito parado na minha cozinha estava ele John, totalmente desesperada me perguntei o que ele fazia ali, mais ele não se mexia só me olhava de uma forma que eu sentia as amarras da toalha se soltarem. 

Ele APENAS me olhou e disse oi, eu estava em choque queria gritar o mandar sair dali nem sabia como ele tinha entrado ali, quando ele começou a se explicar.

Ele me relatou que tinha chegado a cerca de 1 hora e Marie disse que eu já deveria acordar, e que ela tinha ido a casa dos pais, que tinha deixado ele  entrar após ele mostrar o crachá do escritório e dizer que era meu chefe, contou também que tinha ido se desculpa pelo ocorrido no bar, quando percebi que ele estava perto de mais tão perto que podia sentir a sua respiração.

Eu fui caminhando para trás querendo correr para cima dele mais não era certo, quando simplesmente cheguei no limite tinha um balcão me impedindo de sair dali ele foi chegando para perto, foi quando suas mãos tiraram a toalha que prendia meu cabelo, e depois passou a mão em volta da minha cintura, não tinha como dizer não os corpos irradiavam luxúria, desejo.

"realmente vim para pedir desculpa, mais se vou me sentir culpado tem que ser realmente por uma coisa errada"

Ele me beijou e arrancou de uma só vez a toalha que estava em volto de mim, na mesma presa que ele deslizei seu blazer pelo seus braços e tirei sua camisa revelando aquele corpo perfeitamente desenhado... 

Quando de repente eu olhei para ele e disse:

 - Esta ciente do que esta fazendo, e como se fosse vender sua alma ao diabo.

Sem dizer nada com apenas um sorriso ele continuou, libertando da sua calça sua ereção.

Ele passava a mão sobre o meu corpo, de uma forma que fazia os pelos da minha nunca arrepiarem, num sobressalto de desejo os bichos dos meus peitos ansiavam por sua mão, em quanto ele cantava meu nome ao meus ouvidos me penetrando de uma forma suave e ao mesmo tempo querendo me devorar, ele me fazia entrar em estado de frenesi, não tinha como não querer retribuir transamos ali na cozinha, na sala, terminamos em minha cama, não sabia quanto tempo aquilo tinha durado, mais eu queria mas mais eu queria do meu jeito, e como eu disse ele não sabia aonde estava se metendo.

Meu cabelo ainda pingava a água do banho misturado com o suor daquele sexo sem motivo, quando me virei me pondo montada sobre ele, ele ria como se tivesse conseguido um troféu mais uma secretaria que ele tinha levado para cama, comportamento esperado para um rapaz da sua idade, eu falei apenas uma frases que fez o sorriso dele se misturar com curiosidade e medo.

"Esta pronto para jogar do meu jeito agora? vou mostrar pra você como eu gosto das coisas, chega desse sexo sem graça.”


Encarando-me meio sem entender, ele não tinha mais o que fazer, nem para onde fugir, ele já era meu... Pertencia-me.

(continua...)

Meu Vampiro

Em um dia qualquer em um dialogo comum: 


O vento bateu nos meus cabelos, fazendo eles voaram na cara dele.  Eu ri com a situação e coloquei mais uma colherada de sorvete.

Era um dia perfeito de inverno, o frio de 10 graus, eu e meu amor estamos sentados na escadinha da porta da minha casa tomando sorvete.

Isso mesmo, sorvete num dia de 10 graus. 
 Eu adorava fazer isso, mesmo depois de ficar com dor de garganta depois, mais sorvete no calor da cede por isso só tomo sorvete quando está bem frio.

Ele esta segurando a minha cintura firmemente – adoro sentir ele assim perto de mim -.
Estamos em silencio, não são necessárias palavras, nossa sintonia é tão grande que nos nem precisamos nos comunicar para nos entender.

Quando eu poderia imaginar isso, eu, Juan, a garota normal do Rio, que foi abandonada pelo pai e sempre rejeitada pela mãe, pudesse se apaixonar perdidamente por Juan, um vampiro, um vampiro de verdade, e muito difícil de aceita quando falamos isso alto, mais de certa forma eu esperei por ele a minha vida toda.

Em falar em vampiros, eu tenho um montão de perguntas, tirar as duvidas entre o folclore e a realidade, se podemos chamar isso tudo de realidade, fora de realidade era sua beleza, ele tinha os cabelos negros como a noite que caiam suavemente sobre seu rosto, sua pele marmorizada era como uma obra prima de modelo exclusivo, seus olhos eram tão azuis e chegavam a ser confundidos com o cinza das ondas do mar seu sorri foi o que me ganhou, estou hipnotizada eu acho e se for isso ele esta jogando sujo comigo pra ser sincera nem sei ao certo se ele pode hipnotizar alguém.

– Juan posso te fazer uma pergunta? – Disse comendo parte de meu sorvete
– Já esta perguntando não é? – Disse ele sereno tentando esconder seu sorriso – Vai, pergunte!
– Eu tenho duvidas! – Disse fazendo biquinho para não sorris também
– Duvidas? – Disse ele me olhando – Me fale quis são, vamos ver se eu consigo responder!
– Qual a verdade sobre essas coisas que dizem você e rápido, ler mentes... Você tem poder de me hipnotizar?
– Como? Poderes? – Perguntou ele com duvida
– não se faça de bobo você já deve ter ouvido falar isso sobre pessoas como você – Disse inquieta – Vai fala!
– Os vampiros não têm poderes, como força e velocidade. Somos como os humanos, temos habilidades para algumas coisas e outras não. 
Exemplo, Lara tem mais talento para a percepção, Jean e mais esportivo, e eu sou o mais inteligente – Disse ele orgulhoso.
– Exibido – Disse dando um beijo no rosto dele – Existe vampiros famosos?
– Não gostamos de chamar atenção, mais quase tudo que escrevem sobre nós e mentira.
– Vocês têm leis, ou seguem alguma regra pessoal, sabe tipo como dizem ter os lobisomens?
– Mais ou menos – o mais e certo e nunca chamar a atenção para nós
– Sente vontade de me matar Juan?

Ele deu uma risadinha, ele deve me achar louca por fazer essa pergunta. Só tinha a curiosidade de saber por que ele não tinha me matado ate agora, ele ficava ao meu lado como se eu fosse uma dele ou da espécie dele, sei lá como ele chama a turma dele. (rs)

– Isso depende do vampiro – Disse ele sorrindo de canto
– Você não me mataria... Mataria? – Disse fazendo cara de manha
– Acho que mesmo se estivesse morrendo não teria coragem de matar você
– Estava tomando coragem pra perguntar isso – Você tem a intenção de me transformar?
– Nunca – Quero que você tenha o direito de ter uma vida normal
– O que?! – Eu gritei – e como vamos ficar juntos? Eu vou morrer sabia?
– Nem vamos continuar a conversa... Você é louca – É eu sou mesma
– Promete que vai me transformar!  – Disse
– Eu... – Ah não! Nem vem!
– Ah para! Eu não tenho nada que me impeça de me tornar uma vampira. 

Eu não tenho pais, E principalmente eu sou doente ou morrer bem antes de ficar velinha como você sempre fala, e você sabe disso.

– Mas é perigoso – Disse ele irritado
– eu sei mais não imagino mais minha vida sem você, preciso da certeza de estar com você para sempre.
– Você esta certa – Murmurou ele, fazendo biquinho.
– O que?! – Agora ele vai ter que dizer isso vem voz alta – Eu não ouvi, repete!
– Você esta certa, Jess – Disse ele um pouco mais alto, mais não o bastante.
– O que! Eu estou meio surda hoje! Repete! – Agora ele explode
– VOCÊ ESTA CERTA! – Berrou ele, tão alto, mais tão alto, que as pessoas que passavam na rua levaram um susto.
– Ah, agora ouvi! – Disse sorridente – PARA TODO O SEMPRE... Gritava dentro da minha cabeça.
– Eu prometo – Disse ele serio
– Olha que promessa é divida! – Disse rindo!
– Pode cobrar – Disse ele me beijando

E nos ficamos assim nos beijando, nos curtindo, por vários minutos.  Eu nunca pensei que me sentiria tão bem e tão segura nos braços do meu predador numero 1.                                         Separei-me dele, que me olhou intrigado

– Conheceu muitas mulheres que não te pressionariam a serem transformadas, porque nesses 145 anos você me escolheu?
– Porque você me aceita.
– E elas não?
– Algumas queriam somente a imortalidades, outras que me vingassem por elas, outras queriam apenas ser mortas, mais todas queriam alguma coisa e você apenas quis a mim.
– Nossa! 
– Porque a surpresa?
– você e tudo que sempre quis não sei por que as mulheres não se apaixonariam por você.

Ele ficou pensativo por minutos pareciam horas, mais no final do seu conflito interno ele apenas me olhou e agradeceu, não sei direito pelo que ele estava me agradecendo mais eu sabia que não era apenas pelo elogio que havia lhe dado, eu via isso em seu olhar que me atravessava atrás de lembranças perdidas.

- Agente pode aproveitar o resto da tarde, e diminuir essa nuvem preta que esta pairando sobre nós agora - ele me perguntou rindo-
- claro temos todo tempo do mundo para conversar.


Todo tempo do sempre!!!



Sonhos x Medo



Os sonhos movem o mundo, que mentira deslavada.

Ninguém sai de casa pra estudar porque tem sonhos, saem por medo de não estudar e não conseguir um emprego ou na conseguir o que acredita ser bom para seu futuro naquele momento, outros saem por medo de represarias em casa.

Não há pessoas que saem para seu trabalho por sonho, saem por medo, de não ter dinheiro de não ter comida, medo que outros falam quando não se tem um emprego, medo de não ter roupas, medo de não poder manter aquele monte de coisas estúpidas e supérfluas que adquiriu para seu belo “conforto” que na verdade é apenas medo de um tal “status” social, claro que cada um no seu nível e padrão de vida.

O medo move o mundo.

Quando se bebe água, é seu corpo avisando que precisa dessa substancia, ou ele vai falhar, chamam isso de sede, mas não passa de medo, que seu corpo tem de parar.

O medo é considerado como a chave do fracasso, irônico isso, pois o medo é na verdade a chave do sucesso.

O medo cria bons funcionários, bons pais, bons filhos, bons maridos e esposas.


Quando uma pessoa tem medo, ela se controla, e tenta manter tudo estável, exatamente com o intuito de não perder ou não deixar de possuir por medo. 


Um cara cantou uma vez assim:



"EI MEDO, EU NÃO TE ESCUTO MAIS, VOCÊ NÃO ME LEVA A NADA."

Só posso dizer, que é uma afirmação estúpida. 

Sinta medo, todos os dias, pois enquanto o medo estiver com você, você terá força.


E quando o medo sumir de você, sinta medo, pois você não sabe mais o que esta te movimentando.


Se você é uma dessas pessoas que acredita em Deus, você vive pelo medo de ele existir e pelo que pode vir a acontecer.


Se você não acredita em deus, você vive pelo medo de não ter pelo que viver.


Disse uma guria da cidade ondes os Montes são claros:


Eu tenho medo, sou covarde, e por isso, eu prefiro ficar aqui, sem ver ninguém, quieta em meu canto.

Pena ela não entender que isso não é medo, fugir da vida e não tentar acertas seus erros, é outra coisa e não medo, mas sim covardia

Você!

Já não me impressionas. 
Pétalas coloridas que, secas, causam certo enjoo e remetem uma vaga lembrança do que um dia foi aroma. 
Enfeite puro e ilusório. Acalanta as vistas, mas não mais o coração.
Um dramático efeito de um período momentâneo.
Uma lembrança vadia de um segundo constante. 

Uma magia repentina, uma mentira gigante. 
Um passado esquecido, uma saudade berrante.

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Meu Livro sem Titulo!

Quero tudo e quero nada
quero apenas viver.
Simples assim.

Laura Machado

Tenho o brilho do Sol e abscuridade da Lua

Me ame e me odeie eu adoro isso.
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