
- Em nome da democracia nos é dado o direito a escolha: miséria ou prisão, fome ou algemas, morte ou exclusão.
O controle social potencializa os lucros.
Nossa morte em vida é a glória do capital privado.
Então você trabalha 40 anos até ficar novo pra poder aproveitar a
aposentadoria.
Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai pro colégio, tem várias namoradas,vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho no colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando...e termina tudo com um ótimo orgasmo.
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[Trecho] Politica.
[Trecho] Amandando.
[Trecho] Ciclo da vida.
[Trecho] Todo carnaval tem seu fim!

(...) me atirava do alto com a certeza de que alguem segurava minhas maos, naum me deixando cair...
era lindo mas eu morria de medo... tinha medo de tudo quase... cinema, parque de diversão, circo, ciganos...
aquela gente encantada que chegava e seguia...
era disso que eu tinha medo... do que naum ficava pra sempre(...)
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[Texto] Céu ao inferno em questão de segundos

"Quando nos encontramos com alguém e nos apaixonamos, temos a impressão de que
todo o universo está de acordo; hoje eu vi isso acontecer no pôr-do-sol.Entretanto,
se algo dá errado, não sobra nada!
Nem as garças,nem a música ao longe, nem o sabor dos lábios dele.
Como é que pode desaparecer tão rápido a beleza que ali estava fazia poucos minutos?
A vida é muito rápida; faz a gente ir do céu ao inferno em questão de segundos."
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[Texto] Prazeres da Vida

Há tantos pequenos prazeres na vida e eles nos parecem tão naturais que muitas vezes não nos damos conta. Para algumas pessoas eles podem até parecer idiota, mas são capazes de lhe proporcionar uma felicidade, ainda que rápida, que você não se importa se fará papel de ridículo ou não, aliás, ser ridículo é quase sempre ser feliz. Quem já assistiu ao filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain sabe do que eu estou falando. Existem pequenos prazeres que são quase consenso entre as pessoas, como começar a comer um biscoito pelo recheio, lamber a tampa do iogurte, lamber o resto da mistura de bolo que fica na vasilha, passar o dedo na cobertura do bolo com a velha desculpa de ver se está envenenado, estourar plástico bolha, fazer bolinha com a meleca do nariz (sei que é nojento, mas você vai dizer que nunca fez isso? Você pode até não admitir, mas eu sei que já fez, hehehe) e por aí vai. Mas também existem os pequenos prazeres individuais, aqueles que te fazem feliz, mas que não são tão comuns às outras pessoas. Falar dos nossos pequenos prazeres é quase como revelar um pouco mais a nossa alma, é como nos despir de qualquer tipo de máscara que exista, nos livrar de alguns preconceitos e, talvez,surpreender (positiva ou negativamente) algumas pessoas. É correr o risco de parecer ridículo, idiota, esquisito e, algumas vezes, nojento. Mas que atire a primeira pedra aquele que não tem um pequeno prazer que é quase indispensável para a sua felicidade e nunca teve coragem de contar para ninguém. Assumo esses riscos e conto aqui alguns (de uma longa lista) dos meus pequenos prazeres não tão comuns a todas as pessoas. Para fugir de aulas chatas, para desestressar, para pensar na vida ou simplesmente viajar nos seus pensamentos, nas melhor do que procurar e tirar pontas duplas no cabelo, seja no meu ou no das minhas amigas. É algo quase tão viciante quanto estourar plástico bolha, rs. É claro que mulher nenhuma gosta de ter pontas duplas,
mas que é legal tirá-las, isso é, rs. Descascar o esmalte da unha é outro pequeno prazer. Ele pode ainda estar quase inteirinho, mas se houver uma falhinha eu já fico toda me coçando para começar a puxar, e aí não tem jeito, descasco mesmo. As unhas ficam horríveis, mas nada que um removedor de esmaltes não resolva depois. Fazer brigadeiro e depois raspar a panela procurando aquelas partes bem queimadas que ficam parecendo um caramelo, mascar chicletes e fazer bolas barulhentas, mastigar canudinhos de plástico, sentir a textura da gelatina, mexer no cabelo dos outros (mesmo quando eles não têm pontas duplas), dar beliscõezinhos e apertos carinhosos nos meus amigos, fazer cosquinhas no namorado, deixá-lo bem irritado e depois abraçá-lo bem forte e sentir o narizinho gelado dele, e por aí vai. Essa é apenas uma pequena lista de alguns dos meus pequenos grandes prazeres. E você, quais são seus pequenos prazeres? insignificantes coisas que lhe fazem feliz, mesmo aquelas que você nunca contou para ninguém.
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[Texto] Ahn?

Eu sou ..
imagine ..Desde os primórdios da escala evolutiva..quando adiquirimos o polegar opositor, evoluimos. Partindo desse ponto vamos fazer uma analogia paleolítica,levando em consideração que;
Sempre nos deparamos com a nossa ignorância cromossômica,sim porque um cromossomo nos difere de nossos irmãos,quase que univiterinos diga-se de passagem. E com isso podemos deduzir que; O que talvez nos difere e impulsiona na pra frente e para tras como na inércia,(uma das leis de Newton que diz: toda a ação corresponde a uma reação.Se você exerce uma força para frente ela .reponde de maneira igual e contraria), é a nossa vontade de estar e não ser só. Isso tavez explique..o tamanho do nosso amor o nosso ódio, nossa inveja..da nossa intolerância..da nossa..capacidade de construir..de destruir...de salvar vidas..de matar..de contruir monumentos.. de contruir bombas..de querer ser..de não querer que sejam..de ser ipócritas..de ser revolucionario..de ser indignados.. de ser..compliscêntes..de ser simples ou complicados..de não querer ..de querer muito.. Ou talvez isso seja a ponte entre o corpo e o espirito.
Vida de aprendizado ou constante evolução? Então quem sou eu?? Será que sou o irmão que ficou, ou será que sou o que esta indo?? Sou confusão..sou o caos a paz e evolução..o que vai e o que fica..o que fala..o que vive.. e em meio a tudo isso... consegue ver ..e as vezes não.. MAs se você voltar as origens..vai perceber que; Ele ficou parado! Será mesmo? Albert Einstein desenvolveu a teoria da relatividade, que diz o seguinte;
" o tempo é relativo". Isso quer dizer que quando você esta parado o seu tempo é relativo, a quem esta em movimento e passa por você.Trazendo isso pra nossa analogia paleolítica,podemos chegar aos seguntes questionamentos:
Nos humanos "evoluidos",somos mesmo mais evoluidos do que o nossos primos "monkeys "não evoluidos"?? Porque, raciocina comigo; Quem passou e quem estava parado,se o tempo é relativo?? Estranho não é mesmo??
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